O CASAMENTO GAY: ATÉ OS LIBERAIS SABEM QUE É ALGO RUIM.

março 7, 2009 às 4:38 pm | Publicado em Blogroll, Uncategorized | Deixe um comentário

O CASAMENTO GAY:

ATÉ OS LIBERAIS SABEM QUE É ALGO RUIM.

Por: Frank Turek – 26/05/2008.

O artigo original pode ser encontrado aqui:

http://townhall.com/Columnists/FrankTurek/2008/05/26/gay_marriage_even_liberals_know_its_bad?page=full

Traduzido e adaptado por: Maximiliano Mendes.

Porque não legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo? Quem poderia se machucar com isso? As crianças e o resto da sociedade. Essa é a conclusão de David Blankenhorn, que definitivamente não é um fundamentalista anti-gay. Por toda a vida ele tem sido um democrata liberal pró-gay que discorda das proibições Bíblicas contra o comportamento homossexual. Apesar disso, Blankenhorn apresenta um argumento poderoso contra o casamento gay em seu livro The Future of Marriage [O Futuro do Casamento].

Ele escreve: por toda a história e culturas … a idéia mais fundamental do casamento é que toda criança precisa de uma mãe e um pai. Modificar o casamento para acomodar casais do mesmo sexo iria anular esse princípio na cultura e nas leis.

Como?

A lei é um grande professor, e o casamento entre pessoas do mesmo sexo irá ensinar as gerações futuras que o foco do casamento não são as crianças, mas sim a união. Quando o casamento se torna nada mais do que a união, cada vez menos pessoas irão se casar para ter filhos.

E daí?

As pessoas ainda terão filhos, é claro, mas muito mais deles fora do casamento. Isso é um desastre para todo mundo. As crianças serão lesadas, pois os pais ilegítimos (não existem crianças ilegítimas) quase nunca formam famílias, e aqueles “juntados” terminam a relação em uma taxa de duas a três vezes maior que aquela dos pais casados. A sociedade será lesada porque a ilegitimidade inicia uma cadeia de efeitos negativos que cai como peças de dominós: a ilegitimidade leva à pobreza, crime e maiores custos com pensões, que por sua vez levam a um “governo maior”, maiores impostos e economia desacelerada.

Seriam esses os gritos de um alarmista histérico? Não. Podemos ver a conexão entre casais do mesmo sexo e a ilegitimidade em países da Escandinávia. Na Noruega, por exemplo, já existem casamentos entre pessoas do mesmo sexo desde o início da década de 1990. No condado mais liberal da Noruega, a Norlândia, onde se penduram bandeiras com arco-íris gays em cima das igrejas, os nascimentos fora do casamento decolaram: mais de 80 % das mulheres dando a luz pela primeira vez, e aproximadamente 70 % de todas as crianças são nascidas fora do casamento! Em toda a Noruega a ilegitimidade subiu de 39 % para 50 % na primeira década de casamentos gays.

O antropólogo Stanley Kurtz escreve: Quando observamos a Norlândia e a Trondeláguia do Norte – Os equivalentes noruegueses de Vermont e Massachusetts – estamos observando o quão longe podemos ir no futuro do casamento em um mundo onde o casamento gay é quase totalmente aceito. O que vemos é um lugar onde o casamento em si já quase desapareceu por completo.

Ele assegura que: o casamento gay escandinavo trouxe a mensagem de que o casamento em si está ultrapassado, e que virtualmente qualquer forma de família, incluindo a paternidade fora do casamento é aceitável.

Mas não é só na Noruega. Blankenhorn relata essa mesma tendência em outros países. Pesquisas internacionais mostram que o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a erosão do casamento tradicional tendem a andar de mãos dadas. O casamento tradicional é mais fraco e a ilegitimidade é mais forte onde quer que o casamento gay seja legal.

Você pode dizer: correlação nem sempre indica causa! Sim, mas freqüentemente é o que ocorre. Há alguma dúvida de que as leis que liberalizam o casamento causam impactos negativos à sociedade? Você não precisa procurar além dos últimos 40 anos nos EUA, onde a lei de divórcio passou a não requerer a comprovação de que uma das partes fez algo errado [no-fault divorce law]. A desintegração das famílias destrói vidas e agora custa aos contribuintes 112 bilhões de dólares por ano!

Essa lei do divórcio começou em um estado, a Califórnia, e então se espalhou pelo resto do país. Essas leis liberalizadas ajudaram a mudar nossas atitudes e comportamentos sobre a continuidade do casamento. Não há dúvidas de que as leis do casamento irão mudar nossas atitudes e comportamentos sobre o propósito do casamento. A lei é um grande professor, e se os defensores do casamento gay puderem fazer as coisas do jeito deles, as crianças serão retiradas das lições sobre o casamento.

Isso leva Blankenhorn a assegurar que: Pode se acreditar em casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Pode se acreditar que todas as crianças merecem uma mãe e um pai. Mas não se pode acreditar em ambos.

Blankenhorn fica surpreso sobre quão indiferentes os ativistas homossexuais são sobre os efeitos negativos do casamento entre pessoas do mesmo sexo nas crianças. Ele registra que muitos deles dizem que o foco do casamento não são as crianças.

Bem, se o casamento não tem como foco as crianças, qual seria a instituição que focaria nelas? E se vamos redefinir o casamento para simplesmente união, então porque o Estado deveria promover o casamento entre pessoas do mesmo sexo?

Ao contrário do que os ativistas homossexuais assumem, o Estado não promove o casamento devido aos sentimentos das pessoas umas pelas outras, mas sim, primariamente pelo que o casamento faz pelas crianças e pela sociedade. A sociedade não se beneficia com a redefinição de casamento para incluir relações homossexuais, somente se prejudica, como mostrado pela conexão com a ilegitimidade. Mas o futuro das crianças e o de uma sociedade civilizada depende de casamentos estáveis entre homens e mulheres. Esse é o motivo pelo qual, independente da sua opinião sobre a homossexualidade, os dois tipos de relacionamentos nunca deveriam ser considerados iguais legalmente.

Essa conclusão não tem nada a ver com intolerância e tudo a ver com o que é melhor para as crianças e para a sociedade. É só perguntar ao democrata liberal e pró-gay David Blankenhorn.

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