AQUECIMENTO GLOBAL – A OUTRA HIPÓTESE…

fevereiro 15, 2007 às 3:15 pm | Publicado em Blogroll, Uncategorized | Deixe um comentário

Aquecimento global – A outra hipótese

Atualmente a questão acerca do aquecimento global se tornou extremamente controversa e politizada. A hipótese principal e mais popular é a baseada no aumento da emissão de gases estufa em decorrência da atividade industrial desenfreada. Quem discorda é taxado como tendencioso e arauto a serviço das grandes companhias opressoras, e devido a isso, é comum que não consiga publicar seus resultados científicos.

Todavia, apesar de não receber tanta atenção da mídia, existem certos fatores que levam alguns pesquisadores a questionar o paradigma vigente. Por exemplo, apesar de estar ocorrendo um degelo no Ártico desde 1978, a quantidade de geleiras aumentou em 8 % nos mares do sul. Ora, se o planeta esta esquentando graças ao aumento da concentração de CO2 na atmosfera, por que o sul está esfriando?

Acontece que existe uma hipótese rival a esta dos gases estufa, baseada no nível de atividade solar. Durante o Século XX ele se tornou mais ativo, provocando um aumento da temperatura do planeta em relação ao período denominado pequena idade do gelo, de aproximadamente 300 anos atrás, em que estava menos ativo. Por exemplo, existem evidências arqueológicas de um aquecimento medieval, como uma passagem abandonada nos Alpes Suíços, utilizada de forma intermitente durante este período de aquecimento, e posteriormente abandonada durante o período de resfriamento.

De acordo com Henrik Svensmark, a quantidade de nuvens é diretamente relacionada à quantidade de partículas atômicas provenientes da explosão de estrelas: Quanto mais raios cósmicos atingindo a Terra, maior a quantidade de nuvens. O mecanismo é dependente do campo magnético solar, que tem a função de rebater os raios cósmicos. Como a atividade solar aumentou, aumentou também a quantidade de raios cósmicos rebatidos, e em conseqüência disso, a quantidade de nuvens diminuiu, e a temperatura do planeta aumentou. (Durante a pequena idade do gelo, acontecia o processo oposto). Esta hipótese foi comprovada experimentalmente ao se observar que os raios cósmicos são capazes de promover a formação de gotículas de ácido sulfúrico e água, os blocos de construção para a condensação das nuvens. Este experimento teve sua publicação rejeitada diversas vezes, até ser finalmente publicado em 2006.

O que isto tudo mostra? Mostra que é necessário realizar mais pesquisas sobre este tema, ao invés de simplesmente politizar a questão e rejeitar a priori qualquer resultado experimental que contrarie o paradigma vigente.

Fonte: http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article1363818.ece

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