SEM JESUS, SEM O RESTO DO PACOTE!

dezembro 5, 2006 às 11:34 am | Publicado em Blogroll, Uncategorized | Deixe um comentário

Sem Jesus, sem o resto do pacote!

Por J. P. Holding – Tektonics.org

Tradução: Maximiliano Mendes

 

Você já deve ter se acostumado a ouvir pessoas dizendo que Jesus nunca fez milagres, nunca ressuscitou, ou nunca disse metade das coisas escritas no Novo Testamento. Mas as coisas estão ficando tão desesperadoras para alguns céticos que agora eles querem até mesmo argumentar que Jesus nem mesmo existiu.

 

Você pode até achar que este é o tipo de idéia encontrada em alguns jornalecos com manchetes do tipo Pé-grande invade festa de degustação de vinhos. E de certa forma isso é verdade. As pessoas que dizem isso não são historiadores. Eles podem ser duas coisas: Pessoas cuja educação é em uma área que não é história, ou então, pessoas sem educação nenhuma.

 

Isto não quer dizer que os estudiosos estejam sempre certos. Mas significa que se você quer argumentar contra o que as pessoas mais inteligentes e informadas dizem sobre um assunto em que são bons, você precisará de alguns argumentos muito bons. E isso é exatamente o que os “Christ Mythers”, pessoas que dizem que Jesus nunca existiu (é um mito) não têm. Na verdade, os “Christ Mythers”, daqui pra frente, pessoal do JNE (Jesus nunca existiu) freqüentemente se apóiam em distorções da verdade e omissão de fatos importantes.

 

Vejamos um exemplo disso agora mesmo. Na metade do Século I, um cristão chamado Justino Mártir escreveu sobre uma conversa que ele teve com um judeu chamado Trifão. Aqui está uma parte da conversa que os JNE citam freqüentemente:

 

Quando eu disse isso, meus queridos amigos, aqueles que estavam com Trifão riram; mas ele, sorrindo, disse: “Eu aprovo suas outras observações, e admiro o ímpeto com o qual você estuda as coisas divinas; mas seria melhor você permanecer com a filosofia de Platão, ou a de algum outro homem, cultivando a paciência, autocontrole, e moderação, ao invés de ser enganado por falsas palavras e seguir a opinião de homens sem reputação. Pois se você ficar nesta forma de filosofia, e viver de forma impecável, haverá a esperança de um destino melhor para você; porém quando você abandonou Deus e depositou a confiança no homem, que segurança ainda o aguarda? Se, portanto, você está disposto a me ouvir (pois eu já o considero um amigo), primeiro, seja circuncidado, então cumpra as ordenanças decretadas com respeito ao Sabbath, os festivais, e as luas novas de Deus; e, em uma palavra, faça todas as coisas que foram escritas na lei: então talvez você possa obter o perdão de Deus. Mas Cristo, se ele realmente nasceu e existe em algum lugar, é desconhecido, nem mesmo sabe quem é, e não tem poder até Elias vir ungi-lo, e fazê-lo se manifestar a todos. E vocês, tendo aceito um relato sem base, inventaram um Cristo para si, e pela causa dele estão imprudentemente perecendo.

 

Os JNE dizem que Jesus foi “fabricado” e “inteiramente desconhecido”. Mas o contexto deixa claro que Trifão não estava se referindo ao homem Jesus. Trifão assume a historicidade de Jesus como garantida durante o debate com Justino. Veja o que mais ele diz na mesma conversa:

 

·        XXXII – “…Mas esse chamado Cristo de vocês foi desonroso e vergonhoso, tanto que a última maldição incluída na lei de Deus caiu sobre ele, pois foi crucificado”.

·        XXVI – “Agora mostre que este homem é realmente aquele para quem estas profecias foram feitas”.

·        XXXVIII – “Pois você expressa muitas blasfêmias, ao procurar nos convencer de que este homem crucificado esteve com Moisés e Arão, e falou com eles no pilar da nuvem; então o que se tornou homem, foi crucificado, e subiu aos céus, voltou novamente à terra, e deveria ser adorado”.

·        XXXXIX – E novamente Trifão disse: “Aqueles que afirmam que ele foi um homem, e foi ungido por eleição, e então se tornou o Cristo, parecem me falar de forma mais plausível do que você, que crê naquelas opiniões que expressa. Pois nós todos esperamos que o Cristo seja um homem [nascido] de homens, e Elias o ungirá quando ele vier. Mas se este homem parece ser o Cristo, ele deve certamente ser conhecido como homem [nascido] de homens; mas como Elias ainda não veio, eu deduzo que este homem não é ele [o Cristo]”.

 

O que Trifão quis dizer em seu pronunciamento anterior, é que o Messias – ou seja, a posição ou “posto” de Messias – foi criado pelos cristãos: Ele está dizendo que o “Cristo” não era Jesus, mas que os cristãos fizeram de Jesus um Cristo para eles mesmos, e se o verdadeiro Messias nasceu e viveu em algum lugar, ele é inteiramente desconhecido. Havia uma crença dos judeus deste tempo, de que quando Cristo viesse, não declararia, mas deixaria os outros dizerem quem ele era. Trifão está acusando os cristãos de identificarem um Cristo que não é Cristo – e não de inventarem um homem da história.

 

Ei, espera aí. Isso não é bom o bastante. Se Jesus existiu e era tão famoso, nós deveríamos ter ouvido muito mais sobre ele além do que os Cristãos disseram. Na verdade, aqui está uma longa lista de escritores que não mencionaram Jesus! O QUE VOCÊ ACHA DISSO!

 

Os JNEs gostam de mostrar uma longa lista de nomes, algumas vezes de pessoas do tempo de Jesus (que supostamente) não mencionaram nada sobre ele. Se você vir uma lista como esta, provavelmente ela veio originalmente de um autor chamado John Remsberg. Remsberg não era historiador ou especialista em história – era um professor e superintendente escolar no estado do Kansas, no tempo de Abraham Lincoln.

 

Há muitos problemas com a lista de Remsberg. Em alguns casos, o autor citado na verdade mencionou algo sobre Jesus (nós veremos dois deles abaixo), embora ele algumas vezes argumente contra a validade da menção. Em alguns casos não há pistas sobre quem a pessoa citada foi ou sobre o que escreveu (como se ele desse um nome, tipo “Silva” que muitas pessoas tinham). Mas na maioria dos casos, as pessoas que Remsberg cita nunca teriam qualquer motivo para mencionar Jesus, porque estavam escrevendo sobre assuntos que não tinham nada a ver com ele. Por exemplo:

 

Ariano – Escreveu uma história de Alexandre o grande, que viveu 300 anos antes de Jesus! Remsberg esperaria que Ariano dissesse o quê? “Alexandre derrotou os persas. E a propósito, isso não tem nada a ver com Jesus, que viveu 300 anos mais tarde”.

 

Valerius Maximus – Esse escreveu um livro de estórias para o uso de oradores, por volta do ano 30 DC. Em outras palavras, ele escreveu o equivalente da antigüidade a um desses calendários de mesa com tirinhas diárias. Onde Jesus teria parte nisso?

 

Columella – Esse cara escreveu sobre agricultura e árvores!

 

Estácio – Esse era um poeta que escreveu a Tebaida, sobre os Sete contra Tebas, a Aquileida, sobre a vida de Aquiles, e uma coleção de poemas chamada Silvas. Eu vejo muitos motivos para mencionar Jesus, e você?

 

Sempre que um JNE diz que algum escritor não mencionou Jesus, há duas coisas para se perguntar: Primeiro, esta pessoa já escreveu algo com algum motivo para mencionar Jesus? Segundo, esta pessoa já escreveu algo sobre outras pessoas semelhantes a Jesus? Por exemplo, houve muitos outros professores Judeus e pessoas que supostamente operaram milagres no mesmo tempo que Jesus viveu. Houve professores como os rabinos Gamaliel, Hillel e Shammai. Houve operadores de milagres como Honi o desenhador de círculos, e Hanina ben Dosa. Pela lógica do JNE, o fato de que alguém como Columella não mencionar estas pessoas, mostra que elas também não existiram.

 

Por que qualquer um destes escritores mencionaria Jesus? Nós temos de entender o porquê deles não terem, do ponto de vista deles. Para alguém como Columella ou Estácio, mesmo se Jesus fosse alguém dentro de seus tópicos, não seria visto como importante. Obviamente eles não acreditariam que Jesus operou milagres, ou se acreditassem, diriam o que um pagão chamado Celso disse posteriormente: Que ele arrumou poder pra fazer milagres com mágica. Jesus não discursou no Senado Romano, ou escreveu obras pomposas de filosofia. Jesus foi executado como criminoso, o que poderia fazer com que ele fosse muito mal visto por um pagão. Além disso, Jesus era pobre, e vivia na área rural – então os escritores romanos teriam de ser muito presunçosos para pensar que fosse útil falar sobre ele.

 

Mas isto não quer dizer que Jesus nunca foi mencionado por historiadores do seu tempo. Ele foi, mas os JNE dizem que a evidência desses historiadores não é boa para mostrar que Jesus existiu. Vamos falar sobre dois deles, que dão as melhores evidências – Tácito e Josefo.

 

Tácito foi um historiador romano que escreveu por volta de 110 DC. Escreveu sobre Jesus em seu trabalho chamado os Anais:

 

Mas nem toda a assistência que poderia vir do homem, nem todas as recompensas que o príncipe poderia conceder, nem todos os sacrifícios que poderiam ser oferecidos aos deuses ajudariam a livrar Nero da infâmia de ser suspeito de ter ordenado a conflagração, o incêndio de Roma. Daí, para suprimir o rumor, ele falsamente acusou como culpados e puniu os cristãos, que eram odiados pelas suas atrocidades. Christus, o fundador do nome, foi condenado à morte por Pôncio Pilatos, procurador da Judéia durante o reinado de Tibério: mas a superstição perniciosa, reprimida por um tempo, irrompeu novamente, não somente através da Judéia, onde a safadeza se originou, mas também pela cidade de Roma, onde todas as coisas abomináveis e vergonhosas de todas as partes do mundo encontram seu centro e se tornam populares. Conseqüentemente, primeiro se prendeu todos os que se confessaram culpados; então, com base nesta informação, uma multidão enorme foi condenada, nem tanto pelo crime de terem ateado fogo a cidade, mas de ódio contra a humanidade.

 

Isto parece bem claro. Como os JNE explicam esta?

 

“É uma falsificação! Algum Cristão farsante adicionou isso posteriormente!” [Nota: Adicionou algo sobre Jesus no texto original de Tácito, que de acordo com eles, não mencionava Jesus.]

 

Essa não é uma boa justificativa, e certamente não é uma que os estudiosos de Tácito iriam confirmar. O trecho acima é escrito exatamente da forma que Tácito iria escrever; é encontrada em todas as cópias dos Anais que nós temos, desde a mais antiga (do Século XI); e diz tantas coisas ruins sobre os cristãos, que é pouco provável que um cristão tenha escrito, a não ser que você queira endoidecer e dizer que algum cristão escreveu essas coisas ruins de propósito para nos enganar. E isso seria realmente uma loucura – mais do que nós poderíamos ajudá-lo a se tratar.

 

“Tácito não era confiável! Ele poderia ter escrito isso sem ter investigado.”

 

De jeito nenhum. Em questão de precisão, cuidado, capacidade crítica e ser digno de confiança, os estudiosos de Tácito são unânimes: O homem fazia bem o seu trabalho. Eles dizem que ele sempre pesquisava e era bom nisso. Não era perfeito, claro, mas o ponto é: Se você quer dizer que ele cometeu um erro aqui, você é que precisa provar.

 

“Tácito era tendencioso!”

 

Isso é verdade, mas esse argumento não vai funcionar, porque se Tácito tinha alguma tendência, era contra os cristãos, não a favor deles, pois como a maioria dos romanos, ele não gostava de judeus, e Jesus era judeu. De qualquer forma, os especialistas em Tácito dizem que mesmo quando tendencioso, nunca foi induzido a inventar coisas.

 

“Tácito chamou Pilatos de ‘procurador’ mas na verdade ele era prefeito. Então provavelmente também se confundiu quando pensou que Jesus existiu.”

 

Um procurador era alguém que lidava com assuntos financeiros enquanto o prefeito era um oficial militar. É mais provável que Pilatos tivesse ambos os títulos do que Tácito ter errado.

 

“Tácito chama Jesus de ‘Cristo’ e não de um nome próprio. Isso não estaria certo.”

 

Por que não? Tácito poderia usar o nome com o qual seus leitores fossem mais familiarizados – e que não necessariamente tinha de ser o nome do registro de execução de Jesus. No tempo que ele estava escrevendo, 80 anos após a crucificação, “Christus” era usado como um nome próprio para ele. Na verdade, já era utilizado como nome próprio por Paulo de 20-30 anos após a morte de Jesus.

 

Tácito diz que havia uma grande multidão de Cristãos em Roma. Não poderia haver tantos Cristãos em Roma tão cedo.

 

Quantos estes seriam? O que Tácito quer dizer com uma “grande multidão”? 50? 100? 500? É relativo em relação a: “muitos, considerando o crime cometido”? (Se nós prendermos 50 pessoas por obstruírem um posto de gasolina, isso não parece uma “grande multidão” para um crime tão pequeno?)

 

Agora vamos falar sobre Josefo. Este cara era um historiador judeu que viveu logo após o tempo de Jesus, e na verdade o menciona em dois locais. Aqui está o primeiro, que nós chamamos de referência curta:

 

Antigüidades 20.9.1 – Mas o jovem Ananus que, como dissemos, recebeu o alto sacerdócio, era de um temperamento excepcionalmente ousado; seguiu o partido dos Saduceus, que são rígidos em julgamentos, mais do que todos os judeus, como nós já mostramos. Como, portanto, Ananus tinha tal temperamento, pensou que agora tinha uma boa oportunidade, visto que Festus havia morrido, e Albinus ainda estava a caminho; então reuniu o Sinédrio dos juízes, e trouxe à presença deles o irmão de Jesus, que era chamado Cristo, cujo nome era Tiago, junto com outros, e tendo os acusado de transgressores da lei, os entregou para serem apedrejados.

 

E aqui está a outra, que nós chamamos de referência “longa”:

 

Antigüidades 18.3.3 – Agora foi por volta deste tempo que Jesus, um homem sábio, se é que é permitido chamá-lo homem, pois ele realizou obras maravilhosas, um professor de homens do tipo que receberiam a verdade com prazer. Ele atraiu para si muitos dos judeus e muitos dos gentios. Ele foi o Cristo, e quando Pilatos, por sugestão dos mais importantes homens dentre nós, o condenou a cruz, aqueles que o amaram inicialmente não o abandonaram; pois ele apareceu novamente para eles vivo no terceiro dia; como os profetas divinos haviam predito, estas e outras dezenas de milhares de outras coisas maravilhosas em relação a ele. E a tribo dos cristãos, assim chamados graças a ele, até hoje não se extingüiu.

 

Então, o que os JNE dizem sobre essas duas referências?

 

“Elas são falsificações! Algum Cristão farsante as adicionou posteriormente!”

 

Desta vez quando eles dizem algo assim, na verdade têm um ponto – para uma destas duas referências. Contra a curta eles não têm argumentos – está em todas as cópias de Josefo disponíveis, como vista acima, e os estudiosos de Josefo a sustentam completamente. Ele usa um termo não cristão quando descreve Tiago como o “irmão de Jesus” (os cristãos gostavam de usar o termo “irmão do Senhor” ou “irmão do Salvador”). Não fala muito sobre Jesus, mas o menciona de forma incidental. Também não o conecta com João Batista, como nós esperaríamos que um cristão fizesse se tivesse adicionado algo ali.

 

Alguns JNEs dizem que a frase “também conhecido como Cristo” é cristã, porquê contém as mesmas palavras utilizadas em Mateus 1:16. Mas Josefo também usa o termo “era chamado” em outro lugar de seus escritos.

 

A citação maior já é outra história. Nesta, temos evidências de uma cópia de Josefo (escrita em árabe) como também alguns problemas históricos e de estilo de escrita. Vamos ver a citação de novo, com algumas coisas destacadas:

 

Antigüidades 18.3.3 – Agora foi por volta deste tempo que Jesus, um homem sábio, se é que é permitido chamá-lo homem, pois ele realizou obras maravilhosas, um professor de homens do tipo que receberiam a verdade com prazer. Ele atraiu para si muitos dos judeus e muitos dos gentios. Ele foi o Cristo, e quando Pilatos, por sugestão dos mais importantes homens dentre nós, o condenou a cruz, aqueles que o amaram inicialmente não o abandonaram; pois ele apareceu novamente para eles vivo no terceiro dia; como os profetas divinos haviam predito, estas e outras dezenas de milhares de outras coisas maravilhosas em relação a ele. E a tribo dos cristãos, assim chamados graças a ele, até hoje não se extingüiu.

 

Nesta passagem, todos os especialistas em Josefo concordam que algumas coisas adicionadas não deveriam estar aí. Eles dizem que os trechos destacados, definitivamente ou muito provavelmente não fazem parte do original. Mas não há argumento da parte deles dizendo que Josefo não escreveu a maior parte do trecho. Os JNEs, é claro, discordam.

 

“Josefo nunca diria coisas boas sobre Jesus, sobre ele ter realizado obras maravilhosas e ser sábio.”

 

Isto não é verdade, Josefo poderia facilmente ter admirado Jesus como um professor e como operador de milagres, da mesma forma que admiramos alguém por fazer caridades, mesmo que não concordemos com sua ideologia. Mesmo hoje em dia há muitas pessoas que respeitam Jesus pelos seus ensinamentos, mas não são cristãos. Há até mesmo um grupo atual chamado Ateus de Jesus [Atheists for Jesus]! Então por que Josefo não poderia ter chamado Jesus de Sábio?

 

Não há razão para Josefo não ter dito que Jesus fez milagres. Na verdade, ele pode nem mesmo estar elogiando Jesus aqui, pois a palavra utilizada no texto pode significar [obras] estranhas, surpreendentes, ou maravilhosas.

 

“Está fora de contexto. Josefo está discutindo sobre problemas dos judeus, e a passagem longa está fora de lugar. Sem isso, o texto continua na seqüência correta.”

 

Esse também não é um argumento muito bom. Os estudiosos de Josefo o chamam de “escritor estilo colcha de retalhos” por “pular” bastante entre temas, sendo assim, não precisa se manter sempre nos seus tópicos. Além do mais, veja sobre o que Josefo está discutindo:

 

·        18.35: Pilatos chega à Judéia.

·        18.55-9: Pilatos introduz imagens imperiais no Templo, causando tumulto.

·        18.60-2: Pilatos expropria dinheiro do Templo para construir um aqueduto.

·        18.63-4: A passagem sobre Jesus.

·        18.65-80: Um evento iniciado em Roma, não envolve Pilatos diretamente, tem a ver com a sedução de um(a) seguidor(a) de Isis em Roma.

·        18.81-4: Um relato sobre quatro patifes judeus; também não envolve Pilatos diretamente.

·        18.85-7: Um incidente envolvendo Pilatos e alguns Samaritanos.

·        18.88-9: Pilatos leva um “pé na bunda” imperial.

 

Isto não é de forma alguma um conjunto de eventos conectados. Pilatos tem alguma parte em todos, mas não há conexão óbvia que nos permita dizer: “O trecho sobre Jesus está fora de contexto”.

 

Resta uma questão: Por que os cristãos adicionaram estas coisas? Alguns JNEs dizem que eles estavam sendo desonestos, mas não há motivos para se dizer isso. Você provavelmente sabe que algumas pessoas gostam de “conversar” com os livros que lêem, rabiscando “respostas” nas margens. As partes que os estudiosos acham que foram adicionadas parecem bastante com alguém fazendo isso.

 

Leia mais!

 

<http://www.tektonics.org/jesusexisthub.html&gt; [em inglês]

 

Nós temos respostas contra os argumentos das seguintes pessoas que você pode encontrar por aí:

 

·        Acharya S

·        G. A. Wells

·        Earl Doherty

·        Kenneth Humphreys

——————————————————————-
Clique no link a seguir para baixar o arquivo em formato .pdf:
http://www.4shared.com/file/8231207/37338c33/Jesus_Myth_PTBR.html

(Aguarde a contagem regressiva!)

TrackBack URI

Blog no WordPress.com.
Entries e comentários feeds.

%d blogueiros gostam disto: